Ultimato do amor

November 14, 2013

Ultimato do amor

 

 

A âncora que estagna o veleiro intrépido
Espanca as ondas indeléveis do destino
Corrói a maestria do viajante disperso ou clandestino
Nos horizontes da trégua ao conformismo pérfido

O vento inextinguível do aprendizado apraz
Qualquer iniciado ante a estrada da evolução
Todos os caminhos, espocam a irrevogável emancipação
Do pueril inconsequente ao desbravador de si que encontra a paz.

Inexoravelmente nascemos para amar!
A pluralidade da vida consternando o ego amolgado
O séquito constrangido ante a ascensão do bem sem arfar

Impreterivelmente lograremos o amor!
Sob a tez da ingenuidade da mão acariciando o ser amado
À sociedade reformulando seus valores, rumo a quem os criou.

 

Fátima.

Médium Fernando Ben

 

 

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